Resenha
O detector no júri
Um romance sai do Goncourt por suspeita de IA. Cora Rónai separa plágio de ferramenta, Pedro Doria lembra que um humano tem que assinar, e a conversa deixa para a crítica a pergunta sobre o que faz um estilo soar humano.
Restaurante Drouant, Paris, onde a Académie Goncourt delibera, no dia do prêmio de 2016. Foto: ActuaLitté / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0).